Como identificar as dores de pessoas acamadas

Como identificar as dores de pessoas acamadas

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Numa sociedade cada vez mais envelhecida, o crescimento do número de cuidadores informais é muitas vezes encarado com normalidade. Mas a verdade dos números faz-nos rapidamente perceber a dimensão desta atividade, tantas vezes menorizada na sua importância e nos direitos de quem a exerce.

De acordo com dados fornecidos pela União Europeia, estima-se que em Portugal mais de 800 mil pessoas cuidem em casa de pessoas que estão dependentes de si. E este não é um cenário exclusivo do nosso país, mas sim um enquadramento normal de um Velho Continente, onde 80% dos cuidados são prestados por familiares ou amigos.

Um dos desafios que os cuidadores enfrentam diariamente vai muito para além das questões relacionadas com os seus direitos. Passa pela própria saúde de quem sofre, agarrado a uma cama, na esmagadora maioria das vezes impotentes sequer para dizer o que lhe dói e onde lhe dói. Muitas destas pessoas que vivem dependentes de cuidados vão perdendo as suas faculdades de comunicação ou acabam mesmo por alterar o seu comportamento, frustradas pela sua incapacidade ou doença.

É por isso vital estar atento a todos os sinais, físicos ou ao nível do comportamento. Agitação anormal, frustração constante, confusão, ansiedade, silêncios prolongados, ataques de pânico, ataques de agressividade, mudanças de apetite, contração dos músculos faciais e ranger de dentes são só alguns desses sinais que muitas vezes passam despercebidos, mas que quase sempre dão-nos a indicação de que a pessoa está a sofrer com uma dor ou desconforto. Podem até ser simplesmente tentativas de comunicar uma necessidade. O certo é que uma ação eficaz do cuidador pode aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida das pessoas acamadas.

Existem algumas dicas úteis que o podem ajudar a identificar eventuais dores que os seus dependentes acamados possam sentir. Para o RODS Institute existem 4 pilares essenciais para a identificação de possíveis sintomas de dor em doentes acamados:

- Pergunte regularmente à pessoa como se sente;

- Ouça com atenção o que lhe é dito e esteja atento a eventuais alterações na resposta;

- Observe o seu comportamento ao longo do dia;

- Atue. Não deixe de tomar as ações necessárias rapidamente.

A TFT é uma terapia com sucesso comprovado e que o ajudará a saber diagnosticar e agir rapidamente perante eventuais sintomas de dor, providenciando muitos vezes o alivio total da dor e promovendo o bem-estar possível para aqueles que sofrem diariamente agarrados a uma cama.

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