Dia da Mãe: Quando quem nos ajudou precisa agora da nossa ajuda

Dia da Mãe: Quando quem nos ajudou precisa agora da nossa ajuda

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Há pelo menos um dia por ano em que todos nós temos uma fantástica oportunidade de retribuir a quem nos deu tanto: Falamos do Dia da Mãe!

Aquilo que para muitos é considerado como um simples golpe de marketing deve, pelo menos, ser encarado como um momento de agradecimento. Certo é que dias não faltam para agradecer o papel de quem um dia nos colocou no mundo. E motivos também não. Desde logo agradecer por todo o amor incondicional, por todos os perdões que não merecemos mas mesmo assim tivemos, por todo o conforto dado aquando das primeiras desilusões amorosas, por dar sempre tudo e mais alguma coisa por nós ou simplesmente por acreditar que somos capazes.

No próximo Dia da Mãe, a RODS M.S. Institute convida-o (a) a refletir sobre como podemos agradecer convenientemente às nossas mães. Elas que desde as primeiras horas nos aconchegaram e que no seu colo nos mostraram o mundo pela primeira vez. Elas, as mães, que nos aconselharam desde cedo e nos alertavam para os mil e um perigos desta vida, enquanto nos preparavam o lanche para levarmos para a escola. Elas, que nos deram força aquando daquela entrevista de emprego que correu mal, ou que choraram de alegria com a notícia da chegada do primeiro neto. Motivos não faltam, como referimos anteriormente. E devemos expressar essa gratidão sempre, independentemente da nossa idade e por consequência da idade da nossa mãe.

Esta necessidade de agradecimento não se esvazia com o tempo, antes pelo contrário. Digamos que muda a forma como agradecemos. É a Lei da Vida. Aquela figura jovem que nos segurou nos seus braços no nosso primeiro dia, envelheceu. Aquela que corria atrás de nós ralhando contra qualquer travessura típica de criança, hoje caminha com dificuldade, é cada vez menos autónoma. É assim com todas as mães. É assim com todos nós.

No entanto, esta inevitabilidade não nos prepara para as dificuldades que esta mudança de papéis traz. É duro para os filhos verem a sua mãe a envelhecer e a necessitar cada vez mais de cuidados e é duro para a mãe ver os seus filhos, os seus protegidos, agarrados à obrigação de a ajudarem na derradeira fase da sua vida. Sobre isso não há dúvida, mas também poucas reticências existirão sobre a justeza de estarmos lá, de sermos nós a ajudar, de retribuirmos naquilo que podermos pela ajuda que a nossa mãe nos deu que nós não éramos autónomos. Que melhor forma de agradecermos tudo o que nos foi dado pela nossa mãe estando lá no momento em que ela precisa de nós.

Ser alguém capaz de gerir de forma eficaz as suas emoções é crucial nesta fase da vida em que somos chamados a retribuir aquilo que os nossos progenitores nos deram. É importante estabelecer o equilíbrio entre corpo e espírito e ser capaz de gerir as emoções, como momentos de ansiedade, tristeza, medos ou até mesmo dores físicas. O Thought Field Therapy (TFT) é uma terapia que lhe permite tratar, com as próprias mãos, este e outro tipo de sintomas.

Consulte a agenda da RODS M.S. Institute e inscreva-se a uma das formações agendadas e aprenda a cuidar de si e de terceiros, conheça esta terapia que já ajudou diversas pessoas a ultrapassarem desafios semelhantes ao longo das suas vidas, um pouco por todo o mundo.

A todas as Mães a RODS M.S. Institute deseja um Feliz Dia da Mãe!


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